25/10/2007 Noticia AnteriorPróxima Noticia

CEDAE fecha convênio para reuso de água da chuva

A Nova Cedae já tem pronto estudos para a reutilização de água no

abastecimento do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) e

das indústrias que se instalarão no município de Itaboraí, onde será

construída a refinaria. O anúncio foi feito em 3 de outubro pelo presidente da Nova Cedae, Wagner Victer, na assinatura do convênio com a Secretaria de Habitação que determina o reaproveitamento de água de chuvas nas casas populares construídas pelo Estado, durante a abertura do 4° Workshop da Abeama (Associação Brasileira de Energias Renováveis e Meio Ambiente), na sede da Firjan

(Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), no Centro do

Rio.

De acordo com Victer, o reuso de água no atendimento ao aumento da demanda em Itaboraí, devido ao crescimento industrial e a migração populacional, foi a solução encontrada pela Nova Cedae para que não haja uma pressão sobre as bacias hídricas da região.

– Como no caso da habitação, nossa preocupação é trabalhar da melhor forma ações que combinem melhoria do meio ambiente e execução de uma política de desenvolvimento sustentável – afirmou o presidente da Nova Cedae.

O processo para o reuso da água no abastecimento as indústrias já está definido. Ele será feito com água do reuso da retrolavagem dos filtros da Estação de Tratamento de Água (ETA) do Guandu e aproveitamento do efluente (água descartada após processo de tratamento secundário) da ETA Alegria. O aumento da demanda em Itaboraí e na região com a implantação da refinaria será de três metros cúbicos por segundo na área industrial.

O convênio para o reaproveitamento de água de chuvas em casas populares, assinado entre a Nova Cedae e a Secretaria Estadual de Habitação, resultará em uma economia de até 30% na conta de água desses consumidores, que terão outra fonte de abastecimento natural.

– Além de proporcionar maior economia de água, o uso da chuva é um grande avanço em prol do meio ambiente, pois os moradores utilizarão em suas descargas uma água que ficaria sem uso e seria desperdiçada. A iniciativa é um avanço tanto na questão ambiental quanto na perspectiva de economia de água – assinalou Victer.

Por: Assessoria de Comunicação