08/08/2015 Noticia AnteriorPróxima Noticia

13 dicas para viver segundo a "Regra de Ouro"

13 dicas práticas para viver segundo a Regra de Ouro

Não há maior simplicidade do que a Regra de Ouro, ou seja: tratar os outros como gostaria de ser tratado. Também conhecida como a ética da reciprocidade, este código ético afirma que todos temos o direito de ser tratados de forma justa, mas também temos a responsabilidade de assegurar a justiça para os outros. Agindo assim, você pode mudar a vida de quem o rodeia, inclusive a sua, que ganhará uma forte lufada de felicidade pessoal. Estas 15 dicas são formas simples para tornarmos o mundo um lugar melhor.

Pratique empatia. Crie o hábito de se colocar no lugar de outra pessoa. De qualquer pessoa – um familiar, amigo, colega de trabalho ou até um estranho. Tente realmente perceber o que é ser a outra pessoa, o que essa pessoa está passando e porque motivo faz o que faz.

Pratique compaixão. Depois de compreender as outras pessoas e perceber aquilo que sentem e vivem, aprenda a colaborar para atenuar o seu sofrimento. E, logo que seja possível, faça o que puder para aliviar esse sofrimento.

Como gostaria de ser tratado? Na sua essência, a Regra de Ouro não significa que deve tratar alguém exatamente da mesma forma como gostaria de ser tratado, mas sim que deve tentar imaginar a forma como essa pessoa gostaria de ser tratada e agir de acordo com esse desejo. Ao colocar-se no lugar de outro, vá mais longe e procure sentir o que precisam.

Seja simpático. Quando estiver em dúvida, seja sempre simpático para com os outros. Quem não gosta de se sentir bem-vindo e desejado? Existem, naturalmente, momentos em que a outra pessoa pode não querer a sua simpatia e você deve estar sensível. Para além disso, saber distinguir entre ser simpático e intrometido.

Seja prestável. Este poda muito bem ser uma das grandes fraquezas da sociedade do século XXI. É claro que existem muitas pessoas que se desdobram para serem prestáveis, mas em geral, as pessoas preferem manter-se nas suas próprias vidas e “ignorar” as dificuldades dos outros. Não feche os olhos às necessidades e problemas dos outros, procure ajudar, mesmo antes que alguém lhe peça.

Seja educado no trânsito. Outra fraqueza da sociedade moderna. As pessoas podem ser extremamente egoístas quando conduzem seus carros: não queremos que ninguém se meta na nossa frente, ultrapassamos desenfreadamente, buzinamos, gesticulamos e verbalizamos o que não devemos. Terá alguma coisa a ver com o facto de estarmos isolados num veículo? É que normalmente não somos tão rudes quando nos encontramos frente a frente com outros.

Ouça as pessoas. Infelizmente, mais uma fraqueza: todos queremos falar, mas poucos querem ouvir… no entanto, queremos que os outros nos escutem atentamente. Faça questão de ouvir o que as pessoas têm para dizer, em vez de se limitar a esperar pela sua vez de falar.

Ultrapasse preconceitos. Todos temos preconceitos pessoais, sejam eles baseados na cor da pele, beleza, altura, idade, ideologia política, religiosa ou sexual… faz parte da natureza humana. No entanto, também deve fazer parte da natureza humana um esforço para compreender e respeitar a individualidade de cada pessoa, afinal é isso que as faz ser quem são.

Deixe as críticas de lado. Todos temos uma veia de crítico, seja para criticar alguém que conhecemos, que acabamos de conhecer ou que nunca vimos pessoalmente na vida, só na televisão ou em revistas. É importante pensar no reverso da moeda: gostarias de ser criticado se estivesse no lugar dessa pessoa? A resposta a essa pergunta é quase sempre “não”. Restrinja essas críticas e aprenda a interagir com os outros sempre de forma positiva.

Evite controlar os outros. Ninguém gosta de ser controlado, mas há quem insista em fazê-lo. É um hábito difícil de eliminar mas, mais uma vez, compreenderá melhor os seus efeitos negativos nos outros ao colocar-se no lugar do outro. Você quer liberdade, autonomia e confiança, não quer? Então dê isso mesmo a todas as pessoas com quem contacta.

Liberte a criança que há em si. A vontade de controlar e criticar torna-se especialmente forte quando se lida com crianças. Claro que existem situações em que isso é absolutamente necessário mas também existem limites. Lembre-se o que era ser uma criança controlada e criticada por adultos? Não vai querer infligir essa sensação noutras, até porque devemos deixar as crianças serem crianças.

Seja superior a todas as formas de retaliação. O ser humano tem uma enorme tendência para “vingar-se” quando é maltratado. Embora seja natural, devemos resistir a essas vontades. A Regra de Ouro nada tem a ver com a retaliação, mas sim tratar bem os outros, independentemente da forma como essas pessoas o tratam. Isto não quer dizer que tem de se sujeitar a ser um tapete que todos podem pisar – há que fazer ouvir os seus direitos, mas de uma forma agradável e sem vinganças… mesmo se alguém o maltratou primeiro. Chama-se “dar a outra face”.

Personifique a mudança. Gandhi dizia que devemos ser a mudança que queremos ver no mundo. Vamos, cadaum, procurar refletir sobre esta máxima ou imperativo?

Por: (Estado Zen)