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Mestre de Vida: Simone de Beauvoir

Simone de Beauvoir Simone de Beauvoir 1908 - 1986

Simone de Beauvoir

Simone de Beauvoir foi uma escritora, intelectual, filósofa existencialista e ativista política francesa, considerada um dos nomes mais influentes do feminismo moderno. Criada em uma família tradicionalmente católica, optou pelo ateísmo quando era ainda adolescente. Questões relacionadas à existência nunca deixaram de fazer parte de seus interesses e livros, mas ela deixou de analisar esses assuntos à partir de uma base religiosa.

Na sua adolescência Simone era desajeitada, e se dedicou aos livros, preferindo ignorar os esportes. Aos 15 anos de idade, Simone já havia decidido que seria escritora. Aos 21 anos, saiu de casa para estudar Filosofia na Universidade de Sorbonne. Em 1929, conheceu o famoso filósofo Jean-Paul Sartre, dando início a uma relação amorosa diferente, que é discutida e estudada até hoje. Mais tarde a autora a revelou inquietação diante do envelhecimento e da morte em livros como “Uma morte suave”.

Ensinamentos:

É preciso erguer o povo à altura da cultura e não rebaixar a cultura ao nível do povo.

O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles.

O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos.

Ninguém nasce mulher: torna-se mulher.

Não se deve acreditar que todas as dificuldades se atenuem nas mulheres de temperamento ardente. Ao contrário, podem exasperar-se. A pertubação feminina pode atingir uma intensidade que o homem não conhece.

A representação do mundo é obra dos homens; eles o descrevem a partir de seu próprio ponto de vista.

Seja qual for o país, capitalista ou socialista, o homem foi em todo o lado arrasado pela tecnologia, alienado do seu próprio trabalho, feito prisioneiro, forçado a um estado de estupidez.

Mude sua vida hoje. Não deixe para depois, aja agora, sem demora.

Quando se respeita alguém não queremos forçar a sua alma sem o seu consentimento.

É na arte que o homem se ultrapassa definitivamente.

Se não foste feliz quando jovem, certamente que tens agora tempo para o ser.

Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância, já que viver é ser livre.

Não há uma pegada do meu caminho que não passe pelo caminho do outro.

Nós, para os outros, apenas criamos pontos de partida.

É do conhecimento das condições autênticas de nossa vida que é preciso tirar a força de viver e razões para agir.

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