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Mestre de Vida: Charles Chapin

Charles Chapin Charles Chapin 1889- 1977

Charles Chapin

Filho de artistas, Chaplin nasceu em Londres e começou a trabalhar aos seis anos; teve 81 anos de carreira. Em 1912, durante uma turnê de artistas, Chaplin dividiu um quarto de pensão com Arthur S. Jefferson, que viria a se tornar Stan Laurel, da dupla O Gordo e o Magro. O principal personagem de Chaplin foi Carlitos, o Vagabundo, criado em 1914. O Vagabundo surgiu de última hora, quando Chaplin se preparava para gravar e teve uma ideia de fazer uma maquiagem engraçada. No camarim, encontrou um paletó apertado, uma calça larga e um sapato grande. Aí foi só fazer um bigodinho. No ano seguinte, o personagem já era um sucesso, e surgiram vários concursos de imitação de Carlitos. Chaplin se inscreveu anonimamente em um deles e foi eliminado na primeira fase. Ele foi recusado no exército britânico por estar abaixo da altura e peso para lutar na Primeira Guerra. Recebeu três Oscar em sua vida: 1929, 1972 e 1973. Três meses após sua morte, seu corpo foi roubado da sua sepultura, na Suíça. O objetivo dos ladrões era extorquir dinheiro da viúva Oona O’Neil. Quando a polícia encontrou o corpo, foi novamente enterrado, mas dessa vez a família mandou colocar um tampão de concreto com 1,80 m de espessura sobre a sepultura.

Ensinamentos:

Creio que não se pode fazer nada de grande na vida se não se fizer representar o personagem que existe dentro de cada um de nós.

O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim.

Seu coração não é estrada para passeio de muitos. Seu coração é lugar que só fica quem faz por merecer.

Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.

Falar sem aspas, amar sem interrogação, sonhar com reticências, viver sem ponto final.

A vida me ensinou a sorrir para as pessoas que não gostam de mim, para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam…

Aprendi que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.

O humorismo alivia-nos das vicissitudes da vida, ativando o nosso senso de proporção e revelando-nos que a seriedade exagerada tende ao absurdo.

Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que me coloca em nível mais alto do que o de qualquer político.

Aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoísmo, nem orgulho. É Amor Próprio.

O tempo é o melhor autor; sempre encontra um final perfeito.

Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado: nele se encontram todos os segredos, inclusive o da felicidade.

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